Dor lombar, dor cervical. Estas são as experiências mais comuns que levam pessoas a procurar Integração Estrutural. O dor é uma coisa ruim, incomada, abala os nervos, nos deixa deprimidos ou de “pavio curto”. Mas a dor é também algo que nos mobiliza. Por meio dela, o corpo está dizendo algo. Primeiro baixinho e apenas em algumas ocasiões. Se não lhe damos ouvidos, a intensidade e a frequência aumentam e finalmente nos convencemos de que alguma coisa precisa ser feita.
No fim das contas, pelo menos esse tipo de dor, produzido por tensões e desequilíbrios na estrutura corporal, pode ser avaliado como uma experiência positiva. Quando passa, descobrimos que já não somos os mesmos. Ela nos levou a conhecer melhor o nosso corpo - e a nós mesmos. Descobrimos que superamos não apenas a dor física, mas também outras dores que até então sequer tinham nome, porque ignoradas. Se não as superamos de imediato, no mínimo abrimos uma perspectiva de continuar trabalhando. Já não somos mais vítmas de algo que antes parecia uma fatalidade. Nos tornamos responsáveis.
Às vezes pode demorar até ouvirmos o que o corpo está dizendo. Preferimos silenciá-lo por meio de subterfúgios. Damos um jeito de evitar a dor, deixamos de fazer certos movimentos ou adotamos posturas que nos permitem seguir em frente, como se nada estivesse acontecendo. Encontramos uma maneira de acomodar a situação e, na verdade, tentamos lidar com nossas limitações criando outras limitações, que vêm se somar às primeiras. Um dia porém o corpo cobra a fatura. E cobra caro. Não convém deixar que isso aconteça quando já é tarde demais.


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viviane
boa taede,gostaria de saber tenho uma alteraçao na mama direita sinto sintomas de canssaço dor peitoral atinge a regiao lombar e sinto falta de ar no lado direito do meu corpo da cabeça aos pes.
27 de outubro de 2008
Comentário para “O outro lado da dor”